Exposição Mestre Nato: Rituais de Criação, Territórios de Afeto
Sobre a Programação
Projeto: Sesc Raízes – Território de Memória e Patrimônio Cultural
Data do vernissage: 09/10/2026 (sexta-feira)
Horário: 19h
Duração: 120 minutos
Local: Hall do 1º andar do Sesc Castanhal
Período de visitação: 13 de outubro a 27 de novembro de 2026
Horário de visitação: das 10h às 21h
Classificação etária: Livre
Público-alvo: Todos os públicos
Capacidade do público (vernissage): 60 pessoas
Capacidade do público (visitação em grupo): média de 20 a 40 pessoas
Ingresso: Gratuito para todos os públicos, sem necessidade de retirada de ingressos. Crianças devem estar acompanhadas de pais ou responsáveis.
Visitação mediada: Disponíveis visitas mediadas e com acompanhamento em acessibilidade.
Agendamentos: msousa@pa.sesc.com.br
Release
A criação de Mestre Nato nasce onde gesto vira memória e escuta vira caminho. Suas obras recolhem histórias das ruas, dos quintais e dos rios, transformando afetos em cor, textura e movimento. Mesmo após sua partida, seu universo criativo segue pulsando: um território onde tradição e invenção coexistem, onde o Guamá continua sendo força, cura e presença.
No dia 09 de outubro, às 19h, o Sesc compartilha esse legado artístico no Centro de Atividades Sesc em Castanhal, em uma ação com curadoria de Gabriele Martins. A atividade integra o projeto Sesc Raízes – Territórios de Memória e Patrimônio Cultural.
Minibiografia de Mestre Nato
Nascido em 25 de fevereiro de 1952, em Belém do Pará, Mestre Nato transformou a própria vida em um tecido de cores, brilhos e memórias amazônicas. Autodidata, costurou sua arte a partir das raízes populares e dedicou sua produção às mitologias, religiosidades e às tensões sensíveis da sexualidade, com temas que, ao ganharem corpo em suas peças, suscitaram críticas e o projetaram intensamente no cenário artístico belenense a partir dos anos 1990.
Criador de estandartes, cenários e figurinos que iluminam o sagrado e o profano com igual força, encontrou na série Sagrado Sincretismo a plenitude de sua linguagem estética, unindo devoção, simbolismo e ancestralidade em obras que seguem vivas na arte e na memória afetiva de Belém.
Entrada franca
Acessibilidade: Interpretação em Libras.